Antes tarde do que nunca


 

Souza Cruz mantém parceria com governo catarinense

O governo de Santa Catarina e a Souza Cruz renovaram a parceria para o Programa Plante Milho & Feijão Após a Colheita do Fumo.
A notícia foi divulgada pelo jornal RioMafra, de Mafra, Santa Catarina.
Segundo o jornal, o acordo foi acertado entre o secretário de Estado da Agricultura catarinense, Antonio Ceron, e o gerente de Assuntos Corporativos da Souza Cruz, Flávio Goulart, que estava acompanhado do gerente de Produção Agrícola da empresa, Ademar Vandressen.
“Vamos utilizar cartazes, folders e spots que, a partir desta semana, estarão nos veículos de rádios e os materiais gráficos serão distribuídos aos produtores catarinenses, pelas equipes de campo da Epagri e da Souza Cruz”, informou Goulart. A Epagri é a empresa de pesquisa e assistência técnica agrícola do governo catarinense.
“A atividade é super importante porque complementa a renda do produtor catarinense”, afirmou Ceron, acrescentando que o programa dá robustez e sustentação ao pequeno produtor.
A Safra 2010 do Programa Plante Milho & Feijão após a Colheita do Fumo deve envolver 43 mil produtores catarinenses e atingir área plantada de aproximadamente 60 mil hectares, com estimativa de produção de 169 mil toneladas de grãos, sendo 147 mil de milho e 22 mil de feijão.
Segundo Goulart, os resultados práticos do programa, desenvolvido há mais de 20 anos, são amplamente satisfatórios.
“Além de incentivar o plantio de tabaco, o programa amplia a oferta de grãos, principalmente de milho, contribuindo para a diversificação das atividades da pequena propriedade e para a redução de custos de produção da proteína animal”, destacou. O plantio da safrinha ainda aproveita a adubação residual do tabaco, utiliza técnicas preservacionistas, como o plantio direto e o cultivo mínimo, e ainda contribui para a redução da incidência de pragas e doenças.


Leia aqui a íntegra da notícia no site RioMafra

Fumante não teme morrer

Duas informações interessantes sobre o tabagismo: 1) avisos nos maços de cigarro que alertam para risco de morte em consequência do vício fazem os consumidores fumarem mais; 2) a nicotina no sangue é mais elevada no sangue quando o cigarro é fumado nos primeiros cinco minutos do dia, após a pessoa ter acordado.
No primeiro caso, estudo conduzido por psicólogos dos EUA, Suiça e Alemanha mostrou que os avisos não ligados à morte, como "fumar deixa você menos atraente" ou " o fumo afeta as pessoas próximas a você" são mais eficientes contra o tabagismo.
"Em geral, quando os fumantes deparam-se com mensagens antifumo ligadas à morte nos maços, eles tentam lidar com a situação abraçando o risco. Boa alternativa é tentar mostrar que a morte deles pode fazer com que outras pessoas também fumem", escreveram os autores.
O estudo foi feito com 39 alunos de psicologia fumantes, de 17 a 41 anos.
A pesquisa foi publicada no Journal of Experimental Social Psychology .
No segundo caso, o estudo é da Universidade Penn State, nos EUA, e a recomendação é de que o tabaco seja consumido pelo menos uma hora após o despertar.
De acordo com a investigação, o consumo de tabaco nos primeiros cinco minutos do dia aumenta a quantidade de nicotina no sangue até 437 nanogramas por mililitro (ng/ml).
Fumar entre os seis e os 30 minutos eleva até 352 ng/ml os níveis de nicotina no sangue e, depois de uma hora, este aumento fica-se pelos 215 ng/ml.
Foram medidos os níveis de nicotina no sangue e na urina de 252 pessoas que fumavam, pelo menos, cinco cigarros por dia durante dois anos.
As conclusões deste estudo alertam para o maior risco de câncer no pulmão no caso das pessoas que acendem o cigarro pouco tempo após acordarem.